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XI Domingo do Tempo Comum


16 de junho de 2024
«O reino de Deus é: semente lançada à terra... grão de mostarda»
(Mc3, 20-35)
Uma palavra fraterna e amiga...
Neste Domingo em que escutamos o anúncio do Reino, recordemos alguns desafios do Papa Francisco durante as JMJ 2023:
"Pensemos nesta coisa maravilhosa: Deus ama-nos! Deus ama-nos como somos, não como gostaríamos de ser ou como a sociedade queria que fôssemos. Como somos! Chama-nos com os defeitos que temos, com as limitações que temos e com a vontade que temos de avançar na vida;

Nenhum de nós é cristão por acaso, todos fomos chamados pelo nosso nome.
Ao princípio da teia da vida, ainda antes dos talentos que possuímos, antes das sombras, das feridas que trazemos dentro de nós, recebemos um chamamento.
Fomos chamados, porquê? Porque amados. Fomos chamados, porque somos amados. É belo!

Todos somos frágeis e necessitados, mas o olhar feito de compaixão, próprio do
Evangelho, leva-nos a ver as necessidades de quem mais precisa. Leva-nos a servir os pobres, os prediletos de Deus que se fez pobre por nós (cf. 2 Cor 8,9); os excluídos, os marginalizados, os descartados, os humildes, os indefesos. São eles o tesouro da Igreja, são os preferidos de Deus!

Amar é arriscado. É preciso correr o risco de amar. É um risco, mas vale a pena corrê-lo; nisso, acompanha-nos Jesus.

Sempre nos acompanha, sempre caminha; durante a vida, sempre está junto de nós.

A alegria é missionária, a alegria não é para ficar numa pessoa, mas para levar alguma coisa.

Lisboa, cidade do encontro que abraça vários povos e culturas e que, nestes dias, se mostra mais universal; torna-se, de certo modo, a capital do mundo, capital do futuro, porque os jovens são o futuro...

Para todos, e através de cada um de vós, junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, esperança, animo e coragem.

Fraternalmente, Pe. João Valente.
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