XVII Domingo do Tempo Comum
- paroquiasjbritolis
- 25 de jul.
- 2 min de leitura

"Vendeu tudo quanto possuía para comprar aquele campo."
Mt 13,44-52
Uma palavra fraterna...
Celebramos neste Domingo o Dia Mundial dos Avós e dos Idosos, na sua mensagem diz-nos o santo Padre Leão XIV:
"Quantas vezes, na Sagrada Escritura, em particular nos Salmos, a oração nasce do desamparo de quem tem a impressão de que a sua vida não interessa a ninguém e é negligenciada. A dolorosa sensação de ser esquecido é, infelizmente, comum a muitas pessoas e, entre elas, não poucas são idosas.
O amor de Deus, que, pelo contrário, não esquece ninguém, oferece-se como um ato de justiça e uma resposta ao anonimato, no qual, com demasiada frequência, a vida humana acaba por perder-se. Sobre a existência de muitos idosos, em particular, parece estender-se um véu que esbate as feições dos rostos e relega ao esquecimento. É o que acontece nas casas onde reina a solidão, e também naqueles asilos onde a singularidade de cada pessoa corre o risco de ser reduzida ao número da sua cama ou à sua patologia.
A celebração do Dia Mundial dos Avós e dos Idosos é uma oportunidade para redescobrir que a Igreja é chamada a ser mãe de todos e que é sempre possível, em qualquer idade, descobrir-se filhos e filhas de Deus. Que este Dia seja, portanto, um estímulo para todos, em particular os mais jovens, retomarem o bom hábito de visitar os seus avós, os idosos da família e também aqueles que não recebem nenhuma visita.
Levai-lhes, com esta mensagem e com a vossa presença, a proximidade e o carinho do Papa.
Fazei com que as palavras do profeta "Eu nunca te esquecerei" assumam a forma de um encontro terno e afetuoso. «Numa época que tende a acelerar e a fragmentar, a carne humana continua a pedir para ser cuidada e reconhecida por mãos capazes de ternura, por mentes atentas e por palavras bondosas. A cultura digital multiplica as conexões e oferece novas possibilidades de encontro; no entanto, o coração humano conserva uma necessidade inalienável de proximidade» (Carta enc. Magnifica humanitas, 239). "
Para todos, principalmente aos que mais precisam,uma palavra fraterna e amiga, Pe João Valente

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