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  • Domingo de Pentecostes

    19 de maio de 2024 «Assim como o Pai Me enviou, também Eu vos envio a vós: Recebei o Espírito Santo» (Jo 20, 19-23) Uma palavra fraterna e amiga... Pentecostes, é o acontecimento, a partir do qual, a Igreja, se reconhece, como fonte e origem. Promessa, dom, graça, do Ressuscitado aos seus discípulos. Mistério, no qual, a Igreja, continuamente, revive a manifestação do amor de Deus, tornado presente, não só, na vida de oração, na celebração dos sacramentos, mas, também, na concretização desse amor ao próximo, nos gestos concretos de serviço, partilha, fraternidade. Espírito Santo, Sopro de Deus. Sendo expressão dessa unidade e comunhão de vida entre o Pai e o Filho, comunica à Igreja a vida íntima de Deus, para que, através dessa mesma Igreja, se comunique a toda a humanidade. Novo Povo de Deus, toda a Igreja, fundada sobre o ministério dos Apóstolos e marcada com o selo do Espírito, inicia a grande aventura missionária, empreendimento que, permanece vivo, nos dias de hoje. Se o grande desafio, colocado à Igreja, nos dias de hoje, consiste em vencer a crise do compromisso comunitário, "vencer a inércia e a acédia pastoral", somos convocados, pelo mesmo Senhor, a acolher os dons do Espírito Santo, para que neste processo contínuo de conversão, sejamos capazes, não só, aceitar a surpresa de Deus, mas, fazer acontecer o despertar do desejo de Deus, proporcionando experiências de oração e cultivo de uma vida espiritual mais intensa, trazendo maior fecundidade às nossas vidas. Concretamente, na nossa Comunidade, somos chamados a uma renovada descoberta da vocação da família, na lgreja e na sociedade. "Para que todas as famílias cristãs se descubram como verdadeiras igrejas domésticas e para que a comunidade eclesial se confirme como autêntica "família de famílias". Para todos, e através de cada um de vós. junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, esperança, animo e coragem. Fraternalmente, Pe. João Valente.

  • VII Domingo da Páscoa - Ascensão do Senhor

    «Foi elevado ao Céu e sentou-Se à direita de Deus» (Mc 16. 15-20) Uma palavra fraterna e amiga... Celebramos hoje a festa da Ascensão do Senhor. O Evangelho que hoje escutamos, as últimas palavras de Jesus aos discípulos, no Evangelho de Marcos, somos convidados a reconhecer, que aquela que foi a missão do Senhor, é agora a missão de toda a Igreja: ser portadores da Boa Nova, levando-a a todos, com o anúncio do exemplo e do testemunho. É missão da Igreja ser sinal, presença, sacramento de Cristo no mundo, na história, na vida de toda a humanidade, e em todos os tempos. «Eis os milagres que acompanharão os que acreditarem: expulsarão os demónios em meu nome; falarão novas línguas; se pegarem em serpentes ou beberem veneno, não sofrerão nenhum mal; e quando impuserem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados». Estes sinais, além de serem os que nos identificam Jesus como Messias e Senhor, são também, a manifestação da nova criação. Um novo Génesis, um novo começo, um mundo novo. Que este dia, Ascensão do Senhor, nos eleve também a nós, a esta realidade nova, que brota da graça desse amor de Cristo em nós. É o tempo em que somos convidados a invocar a graça e o dom do Espírito Santo, para que a todos nos ilumine e fortaleça com os Seus dons, não só para renovarmos o nosso compromisso na missão que o Senhor nos confiou, mas, também, para ter a coragem, a audácia desses gestos, dessa presença, desse testemunho autêntico e fiel, para que se realize em nós a graça do Seu Reino. Para todos, e através de cada um de vós, junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, esperança, animo e coragem. Fraternalmente, Pe. João Valente.

  • VI Domingo da Páscoa

    «Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos» (Jo 15.9-17) Uma palavra fraterna e amiga... Em toda a vida de Jesus está refletido o amor de Deus... Melhor: Jesus é o amor de Deus. Não encontramos maneira melhor de o dizer, o que é o amor de Deus, do que mostrando e dando a conhecer Jesus. O Evangelho que hoje escutamos e meditamos, Jesus o diz aos Seus discípulos como quem se despede: "O que vos mando é que vos ameis uns aos outros". Ganha por isso a forca de um testamento: Deus é amor. Jesus é a incarnação e a expressão maior desse amor. Os discípulos, qualquer um de nós, nunca seremos o que deveríamos ser, até que este amor se manifeste em nós. Não só que nos amemos mas, que sejamos amor, portadores do amor de Deus... Esta a razão pelo qual se torna o último, o maior e o definitivo mandamento. Aquele que define a nossa missão: "que vos ameis uns aos outros, como Eu vos amei". Fonte de esperança, graça, alegria... Hoje não podemos deixar de nos interrogar sobre o que temos feito acerca deste amor? Está verdadeiramente presente nas nossas vidas? Nas nossas opções e critérios? É este amor que ilumina as nossas decisões? Perguntas que não podemos deixar de colocar a nós mesmos se queremos abraçar, com verdade, este outro modo de estar na vida, como Jesus nos apresenta no Seu Evangelho. Este o nosso caminho de conversão, renovação, iluminados com a graça e a presença do Espírito Santo, dom e promessa do Ressuscitado. Para todos, e através de cada um de vós, junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, esperança, animo e coragem. Fraternalmente, Pe. João Valente.

  • V Domingo da Páscoa

    «Quem permanece em Mim e Eu nele dá muito fruto» (Jo 15.1-8) Uma palavra fraterna e amiga... Neste V Domingo da Páscoa, escutamos no Evangelho da alegoria da videira. Jesus apresenta-se como fonte da vida. Somos chamados a permanecer n'Ele. Imagens que necessariamente nos conduzem à graça sacramental do baptismo e da eucaristia. No emprego destas imagens, somos conduzidos à vivência da solidariedade e da fraternidade. Essa união íntima com Cristo e entre nós, como discípulos, como Igreja. Como a alegoria expressa, este é um caminho que pressupõe um permanente cuidado de poda, de limpeza. Pressupõe esse caminho de renovação, de conversão. "Dar fruto", é imagem das boas obras. Resulta desta experiência de comunhão e de vida nova. "Permanecer", é uma tarefa que repetidamente se afirma. Condição essencial para gerar frutos. Neste processo, não podemos prescindir da oração. Dessa vida espiritual, vida interior, dessa comunhão íntima com Deus. A iniciativa é sempre de Deus. É o Seu amor incondicional por todos nós e a nossa resposta que se traduz por obediência. Porque o Pai ama o Filho, o Filho ama os discípulos. Assim, se consolida a nossa vida na fé. Este o fundamento de toda a vida cristã. Para todos, e através de cada um de vós, junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, de coragem, ânimo e esperança. Fraternalmente, Pe. João Valente.

  • IV Domingo da Páscoa

    Da Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações: Chamados a semear a esperança e a construir a paz "Aos jovens, especialmente a quantos se sentem distantes ou olham a Igreja com desconfiança, gostaria de dizer: deixai-vos fascinar por Jesus, dirigi-Lhe as vossas perguntas importantes, através das páginas do Evangelho, deixai-vos desinquietar pela sua presença que sempre nos coloca, de forma benfazeja, em crise. Ele respeita mais do que ninguém a nossa liberdade, não Se impõe mas propõe-Se: dai-Lhe espaço e encontrareis a vossa felicidade no seu seguimento e, se vo-la pedir, na entrega total a Ele." A polifonia dos carismas e das vocações, que a Comunidade Cristã reconhece e acompanha, ajuda-nos a compreender plenamente a nossa identidade de cristãos: como povo de Deus em caminho pelas estradas do mundo, animados pelo Espírito Santo e inseridos como pedras vivas no Corpo de Cristo, cada um de nós descobre-se membro duma grande família, filho do Pai e irmão e irmã de seus semelhantes. Não somos ilhas fechadas em si mesmas, mas partes do todo. Por isso, o Dia Mundial de Oração pelas Vocações traz gravada a marca da sinodalidade: há muitos carismas e somos chamados a escutar-nos reciprocamente e a caminhar juntos para os descobrir discernindo aquilo a que nos chama o Espírito para o bem de todos. Além disso, no momento histórico presente, o caminho comum conduz-nos para o Ano Jubilar de 2025. Caminhamos como peregrinos de esperança rumo ao Ano Santo, para, na descoberta da própria vocação e pondo em relação os diversos dons do Espírito, podermos ser no mundo portadores e testemunhas do sonho de Jesus: formar uma só família, unida no amor de Deus e interligada pelo vínculo da caridade, da partilha e da fraternidade. Este Dia é dedicado de modo particular à oração para implorar do Pai o dom de santas vocações para a edificação do seu Reino: «Rogai ao dono da messe que mande trabalhadores para a sua messe» (LC 10, 2). E, como sabemos, a oração é feita mais de escuta que de palavras dirigidas a Deus. O Senhor fala ao nosso coração e quer encontrá-lo aberto, sincero e generoso. A sua Palavra fez-Se carne em Jesus Cristo, que nos revela e comunica toda a vontade do Pai. Neste ano de 2024, dedicado precisamente à oração como preparação para o Jubileu, somos chamados a descobrir o dom inestimável de poder dialogar com o Senhor, de coração a coração, tornando-nos assim peregrinos de esperança, porque «a oração é a primeira força da esperança. Tu rezas e a esperança cresce, avança. Diria que a oração abre a porta à esperança. A esperança existe, mas com a minha oração abro a porta» (Francisco, Catequese, 20/12020)." Para todos, e através de cada um de vós, junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, de coragem, ânimo, fraterna e amiga, nesta celebração de, peregrinos da esperança. Pe. João Valente.

  • III Domingo da Páscoa

    DOMINGO III da PÁSCOA 14.abril.2024 «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia» (Lc 24, 35-48) Da Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial de Oração pelas Vocações: Chamados a semear a esperança e a construir a paz. "O Dia Mundial de Oração pelas Vocações convida-nos, cada ano, a considerar o precioso dom da chamada que o Senhor dirige a cada um de nós, seu povo fiel em caminho, pois dá-nos a possibilidade de tomar parte no seu projeto de amor e encarnar a beleza do Evangelho nos diferentes estados de vida. A escuta da chamada divina, longe de ser um dever imposto de fora - talvez em nome de um ideal religioso -, é antes o modo mais seguro que temos de alimentar o desejo de felicidade que trazemos no nosso íntimo: a nossa vida realiza-se e torna-se plena quando descobrimos quem somos, as qualidades que temos e o campo onde é possível pô-las a render, quando descobrimos que estrada podemos percorrer para nos tornarmos sinal e instrumento de amor, acolhimento, beleza e paz nos contextos onde vivemos. Assim, este Dia proporciona-nos sempre uma boa ocasião para recordar, com gratidão, diante do Senhor o compromisso fiel, quotidiano e muitas vezes escondido daqueles que abraçaram uma vocação que envolve toda a sua vida. Penso nas mães e nos pais que não olham primeiro para si mesmos, nem seguem a tendência dum estilo superficial, mas organizam a sua existência cuidando das relações com amor e gratuidade, abrindo-se ao dom da vida e pondo-se ao serviço dos filhos e seu crescimento Penso em todos aqueles que realizam, dedicadamente e em espírito de colaboração, o seu trabalho; naqueles que, em diferentes campos e de vários modos, se empenham por construir um mundo mais justo, uma economia mais solidária, uma política mais equitativa, uma sociedade mais humana, isto é, em todos os homens e mulheres de boa vontade que se dedicam ao bem comum. Penso nas pessoas consagradas, que oferecem a sua existência ao Senhor quer no silêncio da oração quer na atividade apostólica, às vezes na linha de vanguarda e sem poupar energias, servindo com criatividade o seu carisma e colocando-o à disposição de quantos encontram. E penso naqueles que acolheram a chamada ao sacerdócio ordenado, se dedicam ao anúncio do Evangelho, repartem a sua vida - juntamente com o Pão Eucarístico - pelos irmãos, semeiam esperança e mostram a todos a beleza do Reino de Deus." Para todos, e através de cada um de vós, junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, de coragem, ânimo. fraterna e amiga, nesta celebração de, peregrinos para a liberdade. Santa e Feliz Páscoa. Pe. João Valente

  • II Domingo da PÁSCOA | Domingo da Divina Misericórdia

    «A paz esteja convosco» (Do 20. 19-31) Da Mensagem de Páscoa do Papa Francisco: Hoje ressoa em todo o mundo o anúncio que partiu de Jerusalém há dois mil anos: "Jesus de Nazaré, o crucificado, ressuscitou!" (cf. Mc 16, 6). A Igreja revive o espanto das mulheres que foram ao sepulcro na madrugada do primeiro dia da semana. O túmulo de Jesus tinha sido fechado com uma grande pedra; e assim, ainda hoje, pedras pesadas, demasiadamente pesadas, fecham as esperanças da humanidade: a pedra da guerra, a pedra das crises humanitárias, a pedra das violações dos direitos humanos, a pedra do tráfico de pessoas e outras. Nós também, como as mulheres discípulas de Jesus, perguntamo-nos uns aos outros: "Quem irá remover estas pedras para nós?" (cf. Mc 16, 3). E eis a sua descoberta na manhã de Páscoa: a pedra, aquela grande pedra, já havia sido removida. O espanto das mulheres é o nosso espanto: o túmulo de Jesus está aberto e vazio! É aqui que tudo começa. Através desse túmulo vazio passa o novo caminho, o caminho que nenhum de nós, mas somente Deus, poderia abrir o caminho da vida em meio à morte, o caminho da paz em meio à guerra, o caminho da reconciliação em meio ao ódio, o caminho da fraternidade em meio à inimizade. Irmãos e irmãs, Jesus Cristo ressuscitou, e somente Ele é capaz de remover as pedras que fecham o caminho para a vida. De fato, Ele mesmo, o Vivente, é o Caminho: o Caminho da vida, da paz, da reconciliação, da fraternidade. Ele nos abre a passagem, algo humanamente impossível, porque somente Ele tira o pecado do mundo e perdoa os nossos pecados. E sem o perdão de Deus, essa pedra não pode ser removida. Sem o perdão dos pecados, não se consegue sair dos fechamentos, dos preconceitos, das suspeitas mútuas e das presunções, que sempre levam a absolver a si mesmo e acusar os outros. Somente o Cristo Ressuscitado, ao dar-nos o perdão dos pecados, abre o caminho para um mundo renovado. Somente ele nos abre as portas da vida, aquelas portas que fechamos continuamente com as guerras que se alastram pelo mundo. (..) Neste dia em que celebramos a vida que nos foi dada na ressurreição do Filho, lembremo-nos do amor infinito de Deus por cada um de nós: um amor que supera todos os limites e todas as fraquezas Que a luz da ressurreição ilumine nossas mentes e converta nossos corações, conscientizando-nos do valor de toda vida humana, que deve ser acolhida, protegida e amada. Feliz Páscoa a todos!

  • Domingo de Páscoa

    Da mensagem de Páscoa do Papa Francisco "Hoje proclamamos que Ele, o Senhor da nossa vida, é "a ressurreição e a vida" (Jo 11, 25) do mundo. É Páscoa, que significa "passagem", porque, em Jesus, realizou-se e passagem decisiva da humanidade, ou seja, a passagem da morte à vida, do pecado à graça, do medo à confiança, da desolação à comunhão. N'Ele, Senhor do tempo e da história, quero, com o coração repleto de alegria, dizer a todos: feliz Páscoa! Seja ela para cada um de vós, queridos irmãos e irmãs, em particular para os doentes e os pobres, Os idosos e quantos atravessam momentos de provação e dificuldade, uma passagem da tribulação à consolação. Não estamos sozinhos: Jesus, o Vivente, está connosco para sempre. Alegrem-se a lgreja e o mundo, porque hoje as nossas esperanças já não se quebram contra o muro da morte, mas o Senhor abriu-nos uma ponte para a vida. Sim, irmãos e irmãs! Na Páscoa, mudaram as sortes do mundo, e hoje podemos alegrar-nos de celebrar, por pura graça, o dia mais importante e belo da história. Cristo ressuscitou , ressuscitou verdadeiramente: como se proclama nas lgrejas do Oriente. O termo verdadeiramente diz-nos que a esperança não é uma ilusão; é verdade! E que, a partir da Páscoa, o caminho da humanidade assinalado pela esperança é percorrido com passo mais rápido, [...] na Páscoa, acelera-se o passo na caminhada que se torna uma corrida, porque a humanidade vê a meta do seu percurso, o sentido do seu destino, Jesus Cristo, e é chamada a apressar-se ao encontro d'Ele, esperança do mundo. Apressemo-nos, também nós, a crescer num caminho de confiança recíproca: confiança entre as pessoas, entre os povos e as nações. Deixemo-nos surpreender pelo anúncio feliz da Páscoa, pela luz que ilumina as trevas e obscuridades em que demasiadas vezes se encontra envolvido o mundo. Apressemo-nos a superar os conflitos e as divisões, e a abrir os nossos corações aos mais necessitados. Apressemo-nos a percorrer sendas de paz e fraternidade. Alegremo-nos com os sinais concretos de esperança que nos chegam de tantos países, a começar daqueles que oferecem assistência e hospitalidade a quantos fogem da guerra e da pobreza. Irmãos, irmās, voltemos também nós a encontrar o gosto do caminho, aceleremos o pulsar da esperança, saboreemos a beleza do Céu! Tiremos deste Dia as energias para continuar ao encontro do Bem que não desilude. E, se "o maior pecado - como escreveu um antigo Padre - é não acreditar nas energias da Ressurreição" (Santo Isaac de Ninive, Sermões ascéticos, I, 5), hoje acreditemos! "Sim, temos a certeza: verdadeiramente Cristo ressuscitou" (Sequência). Acreditamos em Vós, Senhor Jesus acreditamos que convosco renasce a esperança, o caminho continua. Vós Senhor da vida, encorajai os nossos caminhos e repeti, também a nós, como aos discípulos na noite de Páscoa: "A paz esteja convosco" (Jo 20, 19.21)."

  • Domingo de Ramos

    Uma palavra fraterna... Com a celebração do Domingo de Ramos damos início à Semana Santa, semana da Paixão do Senhor, Semana Maior... Somos convidados a celebrar e a viver esses momentos nos quais se espelha a manifestação do amor de Deus por todos e, para todos. Cristo é aclamado pela multidão como Rei e Senhor. Todos manifestam o desejo da implementação do Seu Reino. Mas, teremos nós consciência de que Reino é este? Começa por nos dizer que o Seu Reino não é deste mundo. Ou, o nosso desejo não seria porventura o contrário: que fosse deste mundo. Reino eterno e universal: reino de verdade e vida, reino de santidade e de graça, reino de justiça, de amor e de paz. Este Reino passa necessariamente através da Cruz. Esse grão de trigo que morrendo dá muito fruto. Em cada Eucaristia alimentamo-nos desse Pão de vida eterna. Multiplicação dos Pães que continuará nos tempos até ao fim do mundo. Para todos, e através de cada um de vós, junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, de coragem, ânimo, fraterna e amiga, nesta celebração da Páscoa do Senhor, como peregrinos da esperança, peregrinos para a liberdade. Pe. João Valente

  • V Domingo da Quaresma

    Uma palavra fraterna... Às portas da Semana Santa, que terá o seu inicio no Domingo de Ramos, somos hoje convidados a escutar, uma das imagens mais belas e eloquentes do mistério Pascal: o grão de trigo, que lançado à terra, morre para dar fruto. Se por um lado, nos remete para sentido da morte e ressurreição do Senhor, por outro, não deixa de ser uma referência ao mistério da Eucaristia que todos os Domingos e, para muitos, diariamente, torna alimento de esperança e vida eterna. Tal como no deserto o Povo de Deus se alimentou do maná descido do Céu, hoje, a Igreja alimenta-se deste pão que é o próprio Senhor ressuscitado que se dá para alimento em nossas vidas. Na sua mensagem para a Quaresma, em que o desafio que nos coloca o Santo Padre, Papa Francisco, consistia, em reconhecer, como através do deserto, Deus guia-nos para a liberdade, diz-nos: "Na medida em que esta Quaresma for de conversão, a humanidade extraviada sentirá um estremeção de criatividade: o lampejar duma nova esperança. Quero dizer-vos, como aos jovens que encontrei em Lisboa no verão passado: "Procurai e arriscai; sim, procurai e arriscai. Neste momento histórico, os desafios são enormes, os gemidos dolorosos: estamos a viver uma terceira guerra mundial feita aos pedaços. Mas abracemos o risco de pensar que não estamos numa agonia, mas num parto; não no fim, mas no início dum grande espetáculo. E é preciso coragem para pensar assim". É a coragem da conversão, da saída da escravidão. A fé e a caridade guiam pela mão esta esperança menina. Ensinam-na a caminhar e, ao mesmo tempo, ela puxa-as para a frente". Para todos, e através de cada um de vós, junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, de coragem, ânimo, fraterna e amiga, nesta celebração de, peregrinos para a liberdade. Pe. João Valente

  • IV Domingo da Quaresma

    Uma palavra fraterna... No diálogo de Jesus com Nicodemos, somos convidados a mergulhar no mistério do escândalo da Cruz. Se por um lado, a Cruz é sinal de tortura, humilhação, sofrimento, morte, por outro, diz-nos até onde vai esse amor de Deus por nós. Ver o Filho do Homem elevado na Cruz, é reconhecer as consequências do nosso pecado, mas, também, o perdão, a misericórdia, e o imenso amor de Deus. Neste nosso itinerário quaresmal, Deus conduz-nos à liberdade. Deus quer iluminar os nossos corações com a graça da Sua luz, do Seu amor, para sermos capazes de nos superar a nós mesmos. Diz-nos o Senhor: "a luz veio ao mundo e os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque eram más as suas obras". Somos chamados a vencer o nosso comodismo, a nossa indiferença, a nossa autossuficiência, o nosso orgulho, a nossa inveja, a maledicência, ciúme, vaidade ou soberba... A Palavra de Deus, desafia-nos a um caminho de conversão, que se deve entender antes de mais, como o reconhecimento da nossa fragilidade, das nossas fraquezas, das nossas infidelidades. Brilhe esta luz em nossos corações. Reacenda-se o fogo do amor que tudo renova. Nós, não somos cristãos, porque amamos a Deus. Somo-lo de facto, por temos a certeza e a confiança, desse amor incondicional de Deus por nós e, por todos. O amor de Deus é a origem e o fundamento da nossa esperança. Por isso rezamos: todos os anos concedeis aos vossos fiéis a graça de se prepararem, na alegria do coração purificado, para celebrar as festas pascais, a fim de que, pela oração mais intensa, pela caridade mais diligente, participando nos mistérios da renovação cristã, alcancem a plenitude da filiação divina. " Para todos, e através de cada um de vós, junto daqueles que mais precisam, uma palavra de conforto, de coragem, ânimo, fraterna e amiga, nesta celebração de, peregrinos para a liberdade. Pe. João Valente.

  • Ajude quem está próximo ao fazer o seu IRS

    A entrega do IRS 2024, referente aos rendimentos de 2023, é feita entre 1 de Abril e 30 de Junho de 2024, independentemente da categoria de rendimentos do contribuinte. Contudo, a partir de dia 1 de Janeiro, é possível escolher previamente a instituição a quem pretende consignar o seu IRS e IVA no Portal das Finanças mesmo antes da entrega da sua declaração de IRS. Basta apenas aceder ao Portal da Autoridade Tributária através deste link para escolher a entidade a consignar o IRS e IVA, entre 1 de Janeiro a 31 de Março 2024. A consignação do IRS permite encaminhar uma parte do imposto que seria a favor do Estado para uma entidade ou associação à sua escolha – sem qualquer custo. O Estado abdica de 0,5% do seu IRS e envia estes 0,5% já liquidados para uma entidade beneficiária, nesta caso o CPSJB - Centro Paroquial de São João de Brito. O seu reembolso não será afetado: não receberá menos nem pagará mais. Consignar 0.5% do IRS é ajudar o CPSJB a melhorar a vida de 400 pessoas no bairro de Alvalade no âmbito da atividade do Jardim de Infância, do Serviço de Apoio Domiciliário, Lar, Centro de Dia e Convívio Comunitário, Academia Sénior e Ajuda Alimentar. Também pode consignar 15% do IVA liquidado. Mas neste caso, ao consignar este valor, perderá o direito à dedução à coleta , uma vez que o mesmo será entregue pelo Estado à entidade indicada. Assim, a consignação do IVA tem efeito no resultado final da sua liquidação de IRS. Identifique o CPSJB com o número de identificação fiscal  500935602 e a denominação: CENTRO SOCIAL PAROQUIAL DE SÃO JOÃO DE BRITO. Muito obrigado pela vossa generosidade.

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